Os familiares do caminhoneiro tauaense Francisco Chagas da Silva Souto, 42 anos, e o empresário Narcélio Meireles, dono de uma rede de postos de combustíveis, estão tentando agilizar a liberação do corpo da vítima que está no IML de Juazeiro do Norte desde a última quinta-feira, 28.
Chagas morreu carbonizado na explosão da carreta que dirigia, transportando 30 mil litros de gasolina, no trajeto entre Crato e Tauá. O acidente aconteceu no município de Nova Olinda por volta de 9:30h da manhã.
Os médicos legistas não conseguiram a identificação pelas impressões digitais e arcada dentária, sendo necessária a ida de um familiar à Juazeiro do Norte para recolher material e realizar exame de DNA. Não há dúvida quanto a identificação, mas o IML precisa ter a confirmação oficial. O exame será feito na Perícia Forense em Fortaleza e o resultado deve demorar pelo menos 30 dias, no entanto, há uma tentativa de agilizar a liberação do corpo para ser sepultado pela família.
A empresa também constituiu um advogado para acompanhar o caso.
Narcélio Meireles agradeceu aos marçons da Região do Cariri pelo apoio e ajuda na aceleração dos procedimentos.
As causas do acidente estão sendo apuradas pela Polícia.
Repórter: Wilrismar Holanda

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